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Lula prevê crescimento superior a 2,5% na economia brasileira em 2023

Na quinta-feira (15/6), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) expressou sua convicção de que a economia brasileira tem um potencial significativo para um crescimento acima de 2,5% no decorrer deste ano. Em suas declarações, ele ressaltou a expectativa de que o Produto Interno Bruto (PIB), que representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, supere as projeções conservadoras do Fundo Monetário Internacional (FMI) de um crescimento de apenas 0,9%. Segundo Lula, essa perspectiva positiva é resultado das políticas adotadas pelo governo, as quais têm como objetivo a recirculação de dinheiro entre a população.

Durante uma entrevista concedida a rádios de Goiás, o presidente afirmou: “Vamos crescer acima de 2%, de 2,5%, e se ocorrer o que estou pensando, podemos até crescer um pouco mais, porque a primeira coisa que fizemos foi retomar todas as políticas sociais que estavam funcionando corretamente. Ou seja, políticas sociais que irrigam dinheiro na base deste país, para o pequeno produtor, para o pequeno empreendedor, para as pessoas do Bolsa Família, para as pessoas que estão na Previdência Social esperando na fila para se aposentar. Ou seja, esse dinheiro começou a voltar, inclusive voltar o dinheiro para a cultura”.

Vale ressaltar que as estimativas anteriores do FMI, divulgadas em abril, reduziram a previsão de crescimento da economia brasileira para 0,9% em 2022, posicionando o país abaixo da média mundial e da média dos países da América Latina e Caribe. No relatório anterior, de janeiro, a projeção era de 1,2%.

O presidente também direcionou críticas ao atual nível da taxa básica de juros, conhecida como Selic, a qual é o principal instrumento utilizado pelo Banco Central (BC) para alcançar as metas de inflação. Lula argumentou que a taxa de juros de 13,75% ao ano é injustificável diante de uma inflação de 4,5%. Nesse sentido, mencionou o programa Desenrola, lançado pelo governo, que visa a renegociação de pequenas dívidas da população, e destacou a importância de auxiliar as pessoas endividadas a fim de reestabelecer seu poder de consumo.

Lula enfatizou a necessidade de recuperar a capacidade de geração de empregos, reconhecendo que as pessoas desejam sustentar-se por meio de seu trabalho. Ele reforçou sua convicção de que o país voltará a crescer, gerar empregos e aumentar o salário mínimo, fortalecendo, assim, a economia como um todo

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Flávio Coelho

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