5 de outubro de 2025 — O Bitcoin voltou a surpreender o mercado global ao ultrapassar US$ 125.000, superando o recorde anterior de meados de agosto.
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Esse salto de preço está sendo alavancado por três fatores principais:
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Fluxo expressivo de ETFs (Fundos negociados em bolsa) ligados ao Bitcoin, que atraem investidores institucionais buscando exposição ao ativo sem precisar comprá-lo diretamente.
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Regulação mais favorável nos EUA: decisões recentes do governo e ambiente regulatório mais claro têm reforçado a confiança dos grandes investidores.
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Dólar enfraquecido e incertezas macroeconômicas globais — como tensões fiscais nos Estados Unidos — que estão fazendo com que o Bitcoin seja cada vez mais visto como um “portão de saída” ou hedge contra inflação e instabilidades nas moedas tradicionais.
Contexto no Brasil
Uma notícia local também relevante é que a empresa OranjeBTC, com um considerável tesouro de ~3.650 BTC (mais de US$ 420 milhões), vai começar a negociar na bolsa paulista B3. A proposta é oferecer uma ponte ao investidor brasileiro para se envolver indiretamente com o Bitcoin, especialmente àqueles com restrições para comprar o ativo diretamente.
Implicações
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Esse novo recorde reativa o interesse tanto de investidores de varejo quanto institucionais, o que pode aumentar ainda mais a liquidez e a volatilidade do mercado.
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As regulações mais claras nos EUA tendem a trazer legitimidade, mas também podem aumentar exigências (como compliance, transparência).
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No Brasil, iniciativas como a da OranjeBTC mostram caminhos distintos para exposição ao Bitcoin, que podem ser mais acessíveis ou regulados do que a compra direta.