Conforme um estudo realizado pela Febraban, a compra de um imóvel ainda é a prioridade principal dos brasileiros. Isso se deve à melhora na situação econômica e à possibilidade de economizar algum dinheiro no orçamento familiar. De acordo com os dados da pesquisa, 30% das pessoas têm o sonho de possuir sua própria casa.
Desde o início do ano, o desejo de adquirir uma residência permanece no topo da lista das aspirações das pessoas, principalmente devido a um ambiente econômico mais favorável no país. Em fevereiro, esse percentual era ainda maior, chegando a 38%.
A segunda opção mais escolhida é investir em outras formas de aplicação, e essa escolha tem aumentado desde fevereiro, atingindo agora 24%. Além disso, é interessante notar que essa opção está à frente de colocar dinheiro na poupança, que é uma das maneiras mais comuns entre os brasileiros.
Veja também: Rappi Deve Reconhecer Vínculo Empregatício de Entregadores no Brasil
Prioridades dos brasileiros
Além de comprar uma casa e investir dinheiro, as principais alternativas que os brasileiros priorizam quando têm um dinheiro extra no final do mês incluem:
- Reformar a casa (19%);
- Fazer cursos para melhorar a própria educação e a da família (17%);
- Viajar (14%);
- Investir em um plano de saúde ou melhorá-lo (10%);
- Comprar um carro (8%).
No entanto, opções menos populares incluem comprar uma moto e adquirir um seguro, ambas com apenas 3% de preferência.
Por outro lado, outro ponto notável do relatório é que 17% dos entrevistados indicaram que a opção de “fazer cursos e melhorar a educação” quando há dinheiro extra no orçamento retornou ao nível observado em dezembro de 2021.
Veja também: Descubra o Portal Cidadão da Caixa: Acesso Simples para uma Renda Extra!
Compra de imóvel entre categorias diferentes de pessoas
Para finalizar, o estudo também revela as preferências de diferentes grupos em relação à compra de imóveis. Aqui estão os principais destaques:
- Residentes na região Centro-Oeste (34%);
- Aqueles com renda variando de dois a cinco salários mínimos (33%);
- Homens (31%);
- Indivíduos entre 45 e 59 anos (33%);
- Pessoas com educação de nível médio (33%).